Dedicado aqueles e suas famílias que sofrem todos os dias como eu.
Acreditem na vossa força, e que sobretudo sopram ventos de mudança, tentem ser fortes, mas nunca e jamais tenham medo de assumir as vossas fraquezas. Sejam humildes, assumam os erros, quem sabe um dia, o vento sopre a vosso favor.
Muita força para todos!
terça-feira, 14 de abril de 2009
Felicidade, para quando?!
A falta de lítio corre-me nas veias, ataca-me o pensamento, atinge-me o coração como um ferrão, sem afecto, sem amor, sou uma serpente, o pior veneno que algum dia alguém provou.
Por vezes sinto-me um demónio, enraivecida, cheia de sentimentos de vingança, um ódio que cai sobre mim mesma como um punhal que me amaldiçoa de dor, como se tivesse o inferno no coração, que queima, arde, repuxa e doi. Aquele sentimento de quando se é traído. Aquela fúria vulcânica, capaz de jorrar lava pelo mundo.
Sou um verdadeiro anjo capaz de transformar a sombra em luz, capaz de ir até ao fim do mundo por amor.
Dou tudo de mim, entrego-me numa paixão enorme, sou como o sol que aquece capaz de alegrar quem me amar em retorno, sei que não é fácil conviver comigo, que tenho oscilações, que sou triste, ora feliz, que choro e riu, que canto e caiu em pranto.
Capaz de fazer um trabalho de um mês num só dia, de mudar de vida da noite para o dia, enfiar uma ideia na cabeça e ir em frente por ela. Capaz de construir a maior das fortunas e a destruir a seguir.
Sou como o vento que sopra, suave que nem brisa, e sabe bem, no calor do verão, mas, sou como um tornado capaz de destruir tudo e todos.
Hoje sou fantasma de mim, sou um espírito entorpecido, não durmo, não como, só sonho, com o dia em que serei normal, em que os anjos e os demónios, não reinem em mim, quero ser uma comum mortal, uma mera amante da vida, amar as pequenas coisas e sobretudo a mim a mesma.
Ser bipolar é duro, mas, mais que me fere a mim, fere aquelas que me amam, e doi-me magoá-los, porque os amo mais do que a mim.
Só quero ser feliz.
Por vezes sinto-me um demónio, enraivecida, cheia de sentimentos de vingança, um ódio que cai sobre mim mesma como um punhal que me amaldiçoa de dor, como se tivesse o inferno no coração, que queima, arde, repuxa e doi. Aquele sentimento de quando se é traído. Aquela fúria vulcânica, capaz de jorrar lava pelo mundo.
Sou um verdadeiro anjo capaz de transformar a sombra em luz, capaz de ir até ao fim do mundo por amor.
Dou tudo de mim, entrego-me numa paixão enorme, sou como o sol que aquece capaz de alegrar quem me amar em retorno, sei que não é fácil conviver comigo, que tenho oscilações, que sou triste, ora feliz, que choro e riu, que canto e caiu em pranto.
Capaz de fazer um trabalho de um mês num só dia, de mudar de vida da noite para o dia, enfiar uma ideia na cabeça e ir em frente por ela. Capaz de construir a maior das fortunas e a destruir a seguir.
Sou como o vento que sopra, suave que nem brisa, e sabe bem, no calor do verão, mas, sou como um tornado capaz de destruir tudo e todos.
Hoje sou fantasma de mim, sou um espírito entorpecido, não durmo, não como, só sonho, com o dia em que serei normal, em que os anjos e os demónios, não reinem em mim, quero ser uma comum mortal, uma mera amante da vida, amar as pequenas coisas e sobretudo a mim a mesma.
Ser bipolar é duro, mas, mais que me fere a mim, fere aquelas que me amam, e doi-me magoá-los, porque os amo mais do que a mim.
Só quero ser feliz.
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